AULA ABERTA DE VOZ E CANTO COM LÚCIA CARDOSO
HOJE ÀS 21H NA FUNDAÇÃO AMÍLCAR CABRAL
ENTRADA LIVRE
Julho 16, 2009
Julho 15, 2009
Hoje @ fac – Massacres Contra Chacinas
Documentário do ciclo A GUERRA, de Joaquim Furtado – 19h – entrada livre
Julho 2, 2009

A utopia que foi, que é, sonhar a liberdade e lutar.
Mas conseguimos?
Continuamos a lutar ou continuamos a sonhar?
A utopia é. E tem de ser sonhada todos os dias, em cada gesto, em cada actividade, em cada palavra.
Porque a liberdade é como o vento: voa.
Nota do Autor
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Fundação Amilcar Cabral, cidade da Praia
5 a 12 de Julho 2009
UTOPIA de César Schofield Cardoso é um projecto site specific no qual o autor propõe uma reflexão sobre “liberdade alcançada, pela luta, pelo sacrifício e pela determinação de uma geração”.
Através de uma instalação áudio e visual composta por projecções de filmes 16mm, vídeo-slides e multimédia o autor respiga no passado imagens presentes. O resultado é uma abordagem intimista sobre a Independência de Cabo Verde enquanto o lugar-comum na construção da nossa identidade.
Samira Pereira
Participa
Buddha Andrade (rapper, um dos promotores do movimento “Hip-Hop Praia”) com composição musical
Parceiros
TIVER – Press
PraiaFM – Press
Expresso das Ilhas – Press
SAPO.CV – Press
A Nação – Press
Centro Cultural Francês (CCF) – Apoio
Serviço Nacional de Protecção Civil - Apoio
Agradecimentos
Samira Pereira, João Paradela, Odete Rodrigues, Samori Pires, João Miranda, Armando Brito
Junho 23, 2009
Tertúlia – Regionalização e descentralização em Cabo Verde
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Defende-se que a regionalização, além de encerrar uma verdadeira e autêntica descentralização, será, fundamentalmente, um factor de aprofundamento dos direitos participativos dos cidadãos e de aproximação dos centros de decisão às populações; de dinamização da vida política, cultural e económica da região, nomeadamente pela promoção de concepções integradas de desenvolvimento.
Ao se falar da regionalização em Cabo verde, inclui-se nela também o conceito de descentralização política regional, que conduzirá, no quadro de uma necessária revisão do actual modelo constitucional, à emergência das chamadas regiões autónomas com estatuto próprio, ou sejam regiões dotadas de autonomia política dentro do Estado, ou poder regional, e que exigem Governo próprio e Parlamento próprio. Terá Cabo Verde dimensão para o poder regional?
Está o actual modelo constitucional em crise? Tem, de algum modo, bloqueado os processos de desenvolvimento económico e de consolidação do Estado de Direito Democrático em Cabo Verde?
Quanto à regionalização administrativa, resultante de descentralização administrativa ou não autónoma, será mesmo uma exigência inadiável do actual estádio de desenvolvimento de Cabo Verde, e, na hipótese afirmativa, qual o calendário mais adequado para o processo de regionalização? Qual a delimitação espacial de regiões administrativas?
O incremento dos processos de desconcentração e de descentralização, contribuindo a um tempo, para tornar o Poder Central mais próximo das populações, originando uma maior eficiência dos serviços e soluções mais rápidas e adequadas, e para devolver aos municípios atribuições ora a cargo do Estado, não substituirão o processo de regionalização administrativa?
É neste quadro que a AJIC (Associação de Jovens Investigadores de Cabo Verde), propõe a realização de uma tertúlia sobre “Regionalização e descentralização em Cabo Verde”, como forma de possibilitar o amadurecimento desta actual e importante temática no seio de jovens quadros cabo-verdianos.
Data: 24 de Junho (quarta-feira)
Hora: 18h15
Local: Fundação Amílcar Cabral
Contamos com a sua presença!
Julho 11, 2008
Oficina: música e canto dia 12 e 19 Julho c/ Lúcia Cardoso
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Para conhecer mais sobre a Lúcia leia a seguinte entrevista no A Semana Online
Junho 3, 2008
Decorre na FAC, uma exposição de artes plásticas comissariado por César Schofield Cardoso que propôs um desafio aos artistas para falarem da cidade e de todas as cidades.

Lê-se na sinopse que a exposição “Fala das cidades que nascem, crescem e estão em crise de identidade. Fala da substituição da paisagem rural, semi-rural, ou semi-urbana, por uma outra paisagem feita de betão, ferro, asfalto, vidro, papelão, plástico, lixo e confusão. Fala da vida que nasce de dentro desta textura nova; do hip-hop; do graffiti; da life-style; dos perigos e dos anseios. Esta exposição é arte urbana.
Oito artistas, vários estilos, várias técnicas, olhares individuais sobre a cidade, num discurso sobre as texturas da cidade. Um momento de reflexão sobre o espaço em que vivemos, como a condicionamos e como nos condiciona.”
Artistas Participantes: Abraão Vicente – Técnica mista; Albertino Silva – Escultura; António Rocha – Performance (poesia, spoken words); Baluka Brazão – Fotografia; César Schofield Cardoso – Técnica mista; Gisele Creus – Performance (coreagrafia); Helder Paz Monteiro – Fotografia; Magaly Ponce – Video arte; Soizic – Técnica mista; WValente – Fotografia; Zeca di Raiz di Polon
Maio 13, 2008
FAC Homenageia o Poeta Aimé Césaire
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Aimé Césaire foi um dos fundadores do Movimento Negritude, criado depois da II Guerra Mundial e que agregou escritores negros francófonos, entre os quais o senegalês Léopold Sédar Senghor.
O movimento emergiu da revista dos estudantes de Martinica «O Estudante Negro», que reivindicava a identidade negra e a sua cultura contra a opressão cultural colonialista francesa.
Além de poesia, Aimé Césaire tem uma vasta obra publicada nas áreas do teatro, ensaio e história.
Em Portugal estão publicadas, entre outras, as obras «Discurso sobre o colonialismo» (1978 ) e «E os cães deixaram de ladrar» (1975).
Neto do primeiro professor negro de Martinica, o escritor também abraçou a carreira política: foi presidente da Câmara de Fort-de-France durante 56 anos (1945-2001) e deputado (1945-1993).
Natural de Basse-Pointe, onde nasceu a 26 de Junho de 1913, Aimé Césaire foi estudar aos 18 anos para Paris, cidade onde veio a conhecer o amigo Léopold Sédar Senghor, poeta e político senegalês (1906-2001) que se tornou o primeiro presidente do Senegal (1960-1980).
Aimé Césaire regressou à Martinica, ilha das Antilhas francesas, aos 26 anos para dar aulas.Enquanto presidente da autarquia de Fort-de-France deu prioridade aos sectores da habitação, ensino e higiene e limpeza.
Diário Digital / Lusa
Maio 11, 2008
Maio 11, 2008
Exposição Aimé Césaire – 12 a 30 de Maio
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12 de Maio – Abertura e debate sobre o tema “Nègre je suis et nègre je resterai”
15 de Maio – Palestra sobre Aimé Cesaire, por Mário Fonseca
22 de Maio – Projecção de filme sobre alusivo à Negritude
30 de Maio – Encerramento
Abertura: 12 de Maio, Sede da FAC — 19horas
UMA CO-PRODUÇÃO: Centro Cultural Francês e Fundação Amilcar Cabral


